Já que falamos de imagem, segue um site que utiliza a tão falada linguagem hipermidiática. Acessando-o você irá se deparar com a imagem do rosto de um senhor e ao clicar em qualquer região, outras imagens irão aparecer. Poderá escolher uma e clicar denovo e denovo e outra vez, sucessivamente. Impossível não ficar mais de cinco minutos clicando. Interessante!!

Buemba, Buemba! ( Aqui deixo escapar minha admiração por José Simão)
Falaremos então de tecnologias. Não das novas tecnologias, seu atual avanço ou ainda, seu lado negativo. A questão é: Será que tecnologias mudam e/ou mudaram a nossa forma de notar o mundo? O que quero dizer: Será que tecnologia muda nossa percepção?
Para quem não leu, peço que olhe meu último post.
Confesso que, de início, pode parece uma bobagem. Porém, convém parar e pensar: Se, uma simples sílaba pode ser entendida mais de uma maneira, se sons e imagens separados causam sensações, percepções diferentes, por que com a linguagem hipermidiática (aquela na qual é possível usar som, imagem e escrita) não mudaríamos a maneira de perceber os signos?
Tomo como exemplo a hiperimagem que possui aspectos peculiares, diferenciando-a das demais imagens meramente ilustrativas. Ela levanta questões, permite a reflexão, é plurisensorial; Uma imagem com recursos adicionais que só foram possíveis com o avanço tecnológico como, por exemplo, áudio, texto, programação.
A hiperimagem está no campo da primeiridade definido por * Pierce pois possui aspectos sensíveis, é impactante, não pode ser definida somente com palavras e tem uma ligação com a emoção.
Sugiro uma comparação entre a imagem seguinte e a inicial deste texto.
Note que as duas causam um impacto diferente no espectador, mesmo os fotografados estando em posições semelhantes.
*http://www.pucsp.br/~filopuc/verbete/peirce.htm
Posted in Uncategorized | Leave a Comment »
O efeito McGurk é uma ilusão da percepção, demonstra a interação que ocorre entre o que escutamos e o que vemos. Foi descoberto nos anos 70 por Harry McGurk e John MacDonald e recebeu o seguinte título: “Hearing Lips and Seeing Voices” [Ouvindo Lábios e Vendo Vozes].
Irá entender melhor ao ver o vídeo; Primeiro ouça e veja depois, apenas ouça.
Normalmente as pessoas ao verem e ouvirem entendem o sujeito pronunciar : “da da”. No entanto, quando apenas ouvimos escutamos “ba ba” ( realmente é isso que ele está dizendo). E não para por aí, quando reparamos na boca do personagem vemos ele pronunciar a sílaba “ga”.
Interessante não?
Resta uma última observação: Não, o rapaz do vídeo não tem distúrbios.
Mais informações em: http://www.ceticismoaberto.com/ciencia/ilusaomcgurk.htm
Posted in Uncategorized | Leave a Comment »
Pois bem, hoje sugiro a seguinte imagem: pais (de qualquer país) passeando com seus filhos no parque Vondelpark em Amsterdam quando “VOILÀ”: um casal ( hetero ou homosexual, como sua imaginação quiser) digamos, em gestos “carinhosos” (será?), em ações nada comuns para ser feitas em público. Seu filho então, resolve matar aquela curiosidade de criança: “Pai, o que aquele moço faz com aquela moça?”; Ou quem sabe o moço com o moço, a moça com a moça. Acredito eu, em minha boa conduta, que nessa hora os pais prefeririam pisar nos dejetos, em outras palavras, no cocô do cachorro.
Estou dizendo da nova legalização na Holanda: sexo é liberado nos parques, porém, são vetados cães sem coleira. Os vereadores concordaram que casais heterossexuais e gays podem fazer sexo ao ar livre no Vondelpark, que recebe milhões de visitantes todos os anos. Contudo, um porta-voz afirma que os cães sem coleira urinam em qualquer lugar e causam aborrecimento para quem passeia no local.
O mundo está perdido? Não sei. Afinal, quem pode dizer o que é certo ou errado? De qualquer forma, de uma coisa estou convicta: A moda mesmo são reality shows. Não é a toa que terça-feira passada (4/3/08) o Big Brother Brasil bateu um Record de 64 milhões de votos na eliminatória de dois participantes.
Faço a seguinte pergunta: Qual a vantagem de mostrar sua vida (antes conhecida como particular) para terceiros?
Agora tirem as crianças do blog. E se o sexo for com o cão? Ainda assim precisará de coleira? Vamos fazer um paredão, quem deverá sair os cães livres ou os casais em atos sexuais?
Prefiro os cachorros, eles são tão bonitinhos.
Posted in Uncategorized | 5 Comments »
Todos, ao amanhecer, se levantam da cama. Uns mais cedo, outros mais tarde.Uns ligam o computador para ler mensagens outros ligam o rádio para ouvir as noticias. Alguns ficam em casa outros vão estudar ou trabalhar. Os que ficam podem assistir tv ou a um filme (que tem em seu menu cenas dos bastidores e/ou até aquelas brincadeiras para a criançada: monte quebra cabeça com tal personagem. Dance com o fulano e cante com sicrano. Aqui me dá aquela vontade de confessar que adoro filmes desse gênero); os que vão pro trabalho, escola, faculdade, quase sempre se deparam com aquelas que pedem para que entremos no site e deixemos nossa opinião. E dessa forma continua vosso, nosso dia.
Mesmo que inconscientemente, todos sabemos dessa tal linguagem hipermidiática. Hipermídia não só é o meio como a linguagem em si. Nela encontramos uma maior liberdade de expressão, uma interatividade: comunicação bi-direcional entre emissor e receptor ou usuário e interface, “trocando em miúdos”, a hipermídia traz uma liberdade que permite que o receptor em determinado momento torne-se emissor. Como por exemplos os blogs.Os processos comunicacionais vivem mudanças acentuadas com o advento das novas tecnologias e as estruturas hipertextuais e hipermidiáticas.Por fim, com o desenvolvimento da transmissão de dados de forma binária, novas mudanças ocorreram. A internet trouxe uma proximidade maior entre as extremidades do processo comunicacional, volto a dizer, agente e receptor; Com ela mudanças de linguagem e discurso surgiram em diversos ambientes. É por isso que neste post irei citar a evolução dos quadrinhos. As histórias em quadrinhos ou Arte Seqüencial nada mais são do que desenhos em sequências que narram uma história, um poema, um conto. As HQ começaram a aparecer por volta do século XVIII. Em 1820, na França, vendiam-se as chamadas “canções de cego”. Porém a primeira revista foi publicada em 1890, era semanal com histórias desenhadas, a chama “Comic Cuts”. Da editora Alfred Harmsworth. De lá para cá muitas coisas mudaram e não digo somente da evolução dos personagens ou na qualidade de cores e desenhos. Hoje, os receptores das HQ não precisam, necessariamente, serem contemplativos ou moventes, podem ser imersivos, ou seja, participar das histórias. Visto que temos o acesso a estas pela internet e, até mesmo, como no site Cybercomix, o visitante decide o final da história. Trazendo, assim, uma não-linearidade.
Para concluir, este não é o único site de quadrinhos interativos e, cada vez mais, HQ estão tomando conta da Internet. Esta tem como ponto positivo o caráter de facilitar a comunicação, dar oportunidades para que todos participem, divulguem suas idéias, seus trabalhos, sejam eles cartunistas, quadrinhistas, ilustradores ou somente leitores.
Chico Bento e Cebolinha
Monica e cebolinha
Turma da monica nos dias atuais: www.monica.com.br
Primeira HQ
Primeira revista de HQ.
Posted in Uncategorized | 1 Comment »
Uma Ferrari por 9 000 dólares, poder planejar as férias em Resorts luxuosos, mercadorias caríssimas que se tornam mais acessíveis; Que tal poder alugar uma bolsa Armani para ir a uma festa?
A moda agora é tornar possível o desfrute, de objetos muito caros, àqueles que não possuem um rendimento capaz de bancar sonhos tão luxuosos. Falo dos chamados times-share e também das novas lojas que se especializam em alugar roupas e acessórios de marca.
Times-share, como o próprio nome já diz: “compartilhe o tempo”. Ou seja, um modelo de propriedade compartilhada, bastante comum para bens como iates, mansões, helicópteros e jatinhos.
Contudo, a questão é: ter uma porcentagem de um carro (por exemplo) e dividí-lo com outras pessoas é uma forma de aproximação, uma maneira de fazer novos amigos como sugeriu Torbin Fuller, em uma reportagem concedida à revista Exame (27/02/08)?
Torbin Fuller é o fundador e presidente do Clube Sportiva, uma companhia criada em 2003, na Califórnia, que administra uma frota de 80 carros para 200 associados.
Um pouco mais sobre times-share:
http://www.webluxo.com.br/menu/negocios/compra_bens_sistema_time-share.htm
http://viagem.hsw.uol.com.br/sistemas-de-timeshare.htm
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0912/consumo/m0152081.html
Posted in Uncategorized | Leave a Comment »
Já dizia Aristóteles: “Todo homem deseja por natureza saber”, característica que nos diferencia de qualquer outro ser vivo, necessidade de compreender e dar um sentido para a própria sobrevivência. Devido a isso, cabe a nós pararmos e refletirmos se o ser humano é realmente capaz de entender o por que de todos os porques. Em outras palavras, será que temos as respostas para todas as perguntas? Será que tudo o que sabemos como verdades são, realmente, verdades? E, aqui chego ao ponto que quero: Será que a fase moderna e tecnológica da sociedade é a melhor que conhecemos? Será que somos modernos? Questionar a sí e ao outro faz parte de um debate justo, democrático. No entanto são poucos os que fazem isso. Talvez os chamados filósofos.
A filosofia sempre esteve marcada pela busca da sabedoria: o gosto pelo saber e o desejo da felicidade. Em última instância, trata do problema da liberdade. Como alcançá-la? Através de aparelhos que servem de “extensões do homem”? (expressão usada por Marshall McLuhan) Máquinas que são rapidamente substituídas por outras? Novas informações, novas linguagens, novas tecnologias que vão pouco a pouco se desinformando.
Nos dias atuais estamos acostumados a pensar “informaticamente, programaticamente, aparelhisticamente, imageticamente”, como cita Vilém Flusser em seu nono capítulo de “Filosofia da Caixa preta”. Para este autor “Pensamos do modo que ‘pensam’ computadores”. O homem inventa instrumentos tendo como molde seu próprio corpo, no entanto, tão brevemente, esquece e torna-se subordinado ao instrumento que vira modelo do mundo de si e da sociedade. Onde está a tão sonhada liberdade? Mister se faz, uma filosofia da fotografia. Uma vez que, podemos reconhecer o fotógrafo como estereótipo do homem moderno. “(…)o aparelho fotográfico programa seus gestos, automaticamente (…) age no “setor terciário”, brincando com símbolos, com imagens; seu interesse se concentra sobre a informação na superfície das imagens, sendo que o objeto “fotografia” é desprezível; seu pensamento, desejo e sentimento tem caráter fotográfico, isto é, de mosaico, caráter robotizado; alimentam aparelhos e são por eles alimentados.(…) [os fotógrafos] Afirmam serem livres, e nisto, são protótipos do novo homem.”
A urgência da fotografia ocorre devido a necessidade de algo que aponte o caminho da liberdade.
Um ótimo filme publicitário no qual podemos notar como tecnologias são extensões do homem.
Um ótimo filme publicitário no qual podemos notar como tecnologias são extensões do homem.
Posted in Uncategorized | Leave a Comment »
Uma agenda, um cantinho, uma experiência, um espaço, uma forma de expressar, textos, idéias, um Repertório Criaativo que:
Cria: Textos com assuntos bons e interessantes.
Ativo: Todos os dias atualizado com novas curiosidades.
Criativo: Contém notícias, fotos, músicas, filmes e muita criatividade.
Um Repertório Criaativo, repertório pessoal, escrito na internet, com os detalhes que eu puder e toda minha dedicação.
Juliana Criaativa
Posted in Uncategorized | 1 Comment »